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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Frequentaria a igreja se esta tivesse um serviço 3D?

Indeciso entre ir à igreja nestas férias e ver o novo "Tron" em 3D? Agora existe a possibilidade de juntar ambas as opções, pois na Florida, uma igreja fornece 20 serviços em 3D totalmente grátis.

A igreja de Glades, em Coral Springs, Florida, juntou a era digital com uma campanha que junta a realidade com o 3D. O pastor David Hughes pediu aos seus 5000 fieis para convidar toda a cidade (cerca de 130 000 pessoas) a utilizar esta tecnologia, e está a fazê-lo de uma forma bastante interessante, utilizando cartões-convite especialmente desenhados para a campanha.

As pessoas que tenham na sua posse estes cartões poderão visitar o web site da comunidade, onde lhes será pedido para ligar a webcam, segurar o cartão e assim desbloquear a interface do web site, onde, através de um vídeo 3D, o utilizador é convidado para frequentar/utilizar os serviços da comunidade. Se não possuir um cartão, poderá imprimir um exemplo através do web site da comunidade. Esta experiência parecesse muito similar com "Esquire's augmented reality issue", que será lançado também este ano.

Apresentamos um vídeo que demonstra parcialmente como este serviço online funciona:



Fonte

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

As experiências Chrome através do HTML5...

Preparado para ver o que o HTML5, JavaScript e outros similar podem fazer com um Web Browser?

Chrome Experiments, um web site criado especialmente para apresentar estes truques, tem agora mais de 100 diferenciadas demonstrações, muitas delas visualmente impressionantes e originais. Estas experiências tocam na delicada linha entre a tecnologia e a arte.

O site Chrome Experiments foi criado à cerca de dois anos atrás. As experiências são enviadas por Web Designers de todo o mundo, apresentando, de acordo com o site, "os últimos padrões lançados, incluindo o HTML5, Canvas, SVG e muito mais. o seu trabalho está a tornar a web mais rápida, mais divertida e mais aberta - o mesmo espírito que utilizamos para a construção do Google Chrome".

O suporte do Google, afectou algumas das grandes companhias de aplicações, incluindo a Reader, Voice, Gears e o web vídeo em geral.

As demonstrações apresentadas são fascinantes exemplos daquilo que pode ser feito com a tecnologia de um browser. Uma ferramenta interactiva de vídeo que permite explodir o video em janelas apenas clicando no próprio vídeo que se encontra em reprodução.

Aqui ficam algumas sugestões:

The Wilderness Downtown, uma interpretação interactiva da música "We Used to Wait" dos Arcade Fire, construída exclusivamente com as ultimas novidades da tecnologia web, incluindo HTML5 video, audio e canvas.

Browser Ball, funciona segundo as leis da física. Agitar o navegador, mover ou atirar as bolas em redor e ver como o navegador e objectos reagem.


Entre muitas outras! Aceda ao Chrome Experiments aqui e conheça as mais variadas experiências da tecnologia Web.

Sugerimos a utilização do Browser Google Chrome para uma melhor visualização de conteúdos. Mais informações aqui.

É tempo de ser original com a cinematografia

Existe uma abundância de oportunidades para que as marcas se envolvam na realização de filmes, se tiverem, claro, as relações certas no local. E a Film Tree, que abriu as suas portas o ano passado, e que é suportada pela UK Film Council, quer conectar essas marcas com a industria.

Na passada semana, no evento Brands On Film, em Londres, Ed Sharp, um parceiro da Film Tree, explicou como o permitir que as marcas acedam à cinematografia pode dar inúmeras vantagens, e aos realizadores, mais fundos. Começa-se a saber onde se encontram todas estas oportunidades - ou não.
"Hollywood poderá ter colocado algumas barreiras para as marcas.." disse Sharp. "Mas... as marcas devem para de pensar em filmes só para o cinema... Quando estas pensam num filme, pensam automaticamente em Hollywood. Enquanto isso, Londres encontra-se com uma industria cinematográfica com óptimos recursos. As marcas poderiam explorar isso, mas mesmo assim os cineastas teriam que parar de pensar em termos de lançamentos em cinemas e DVD.

"Poucos são os filmes que fazem grande sucessos nas bilheteiras", acrescentou. "Se o critério de sucesso está na bilheteira, então  isso poderá se tornar num factor limitante. O dinheiro no cinema é limitado para as marcas, é uma janela pequena para elas (a nível de prazos de produção e lançamento). Então porque investir num filme de alto nível de risco quando a marca não está na verdade relacionada com o mesmo?

"As marcas precisam de pensar lateralmente sobre cinema, assim como os produtores", disse Sharp. "Como filmar o anúncio publicitário  enquanto se realiza o filme, ao invés de usar clips do filme - ser original. O PR pode ser patrocinado por uma marca, um evento da marca poderia ser organizado. E a marca pode [empurrar conteúdo] em todo o mundo.

As marcas precisam de pensar em longas-metragens de forma diferente. E em como trazê-los para o espaço relacionado com a marca. "Em última análise, as marcas podem realmente colher uma recompensa, do filme, de ambos pontos de vista, financeiro e de marketing.

As marcas poderão assim possuir um bom e rico portfólio de conteúdos" explicou Sharp. Através de conversas com os produtores, as marcas podem ter uma parceria real em termos de conteúdo, enredo, de distribuição, de todas as coisas que saiam do cinema."

Por Simon Fuller.


Ler artigo original aqui.